Representatividade e romance: conheça os contos de Olivia Pilar

No dia 23 de Setembro, é comemorado o Dia da Visibilidade Bissexual.

Apesar disso, foi em um dia qualquer navegando pelo Twitter que conheci Olívia Pilar, uma escritora independente que estava disponibilizando gratuitamente toda semana um livro de sua autoria em comemoração a esse dia especial para a comunidade. É claro que logo me chamou atenção, afinal, ela não fala apenas de bissexualidade, mas da importância da representatividade da mulher negra na mídia. A jornalista possui diversos contos, sendo o mais recente lançado no domingo, dia 23. As histórias de Olívia, apesar de serem curtas, são cheios de delicadeza e momentos de reflexão, transmitindo em poucas páginas sentimentos completos que, com certeza, irão atingir muita gente.

Vem conhecer as histórias dela!

Entre Estantes

Resultado de imagem para entre estantesIsabel sonhava em cursar Publicidade e Propaganda para poder colocar suas ideias para fora e agora que entrou na universidade, ela quer provar para todos que sua escolha foi certeira. Mas ela não imaginava que seria tão difícil lidar com aquele ambiente desconhecido. Se sentindo deslocada, a estudante começa a frequentar a biblioteca da faculdade frequentemente, e é entre as estantes e atrás de livros que Isabel percebe não ser a única a usar aquele espaço como fuga. Novas sensações despertam na jovem um questionamento sobre quem realmente é. Uma linda narrativa sobre descoberta, que faz um paralelo entre a experiência de estar em um lugar novo com o florescer de novos sentimentos.

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Tempo ao Tempo

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— Você vai estar ao meu lado depois? […]
— Sempre.

Como diz o velho ditado: Os opostos se atraem, não é mesmo?

Mesmo sendo bem diferentes uma da outra, Carolina e Elisa nutrem uma forte amizade desde a infância, juntas formam o equilíbrio perfeito. Mas conforme os anos passam, elas percebem que o sentimento que nutrem uma pela outra pode ser mais forte do que imaginavam. O conto é dividido por anos denominando as fases da vida das protagonistas, a impressão que eu tive é de estar assistindo um episódio de uma série romântica, daquelas histórias que aquecem o coraçãozinho.

“Eu sempre soube que você era minha alma gêmea, mas eu demorei muito tempo a perceber que você também era minha alma gêmea”

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Dia de Domingo

Imagem relacionadaRita jamais imaginaria que em um domingo comum em um banco qualquer, ela conheceria a pessoa que iria mudar sua vida. Em uma tarde em que ela só queria colocar os pensamentos em dia, Maria Luísa se senta ao seu lado com um livro na mão e é a partir daí que os domingos se tornaram não apenas domingos, mas o dia delas, o dia em que Rita encontra a dona da risada mais incrível. Quem diria que aquele banco da praça testemunharia tanto amor e descobertas?

“[…] aprendi, com uma garota que sentava ao meu lado todos os domingos em uma praça de um bairro de classe média, que o amor não julga. Que o amor é o único sentimento que deveria existir apenas para fazer bem”

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Pétala

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O mais recente conto da escritora, lançado no dia 23 de setembro, é inspirado na música ‘Calendário’, do duo Anavitória. A história é basicamente uma cena de duas mulheres próximas conversando em um café no centro da cidade, um lugar marcante e fundamental em suas rotinas. Mas nesse dia específico, Bruna precisava organizar suas ideias para tomar uma decisão importante e tomar coragem de contar a Pétala. Olivia mais uma vez traz a beleza e a leveza do amor entre duas mulheres, abordando não somente a bissexualidade, mas o ”se entregar por inteiro” em uma relação e a questão de não saber se está preparado para isso.

 

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Ana Barbosa

Estudante de Jornalismo, feminista e enaltecedora de mulheres na arte. Viciada em séries, principalmente em Doctor Who, compra mais livros do que consegue ler e não recusa um café. A típica canceriana que chora em todos os filmes que assiste, ou pelo menos quase todos.

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